Coletânea de artigos selecionados, para seus momentos de reflexão.
E a Amizade continua!!!

Blog da Machape


Sábado, Outubro 31, 2009


Machape com o ilustre casal Valdetário e Ana Karine

Dia 29/10 a Câmara Municipal de Fortaleza concedeu ao jovem e talentoso advogado Valdetário Andrade Monteiro, filho do primo Valdetário e da professora Inês Andrade o honroso Título de Cidadão de Fortaleza. Nasceu em Arneiroz, região dos Inhamuns. Estudou na nossa Capital, obtendo uma vaga na Residência Universitária. Cursou Direito. Dedicado ao trabalho conseguiu seu próprio escritório. Prestando relevantes serviços à OAB Ceará fez-se merecedor do reconhecimento de todos os vereadores. Parabéns, Dr. Valdetário!


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Quarta-feira, Outubro 28, 2009



DIA DO SERVIDOR PÚBLICO

Realizou-se, hoje, no pátio interno da Capitania dos Portos, Cerimônia alusiva ao dia do Servidor Público.

A Cerimônia teve início com o Hino Nacional Brasileiro. Foi lida a ordem do Dia da Diretoria do Pessoal Civil da Marinha, assinada por seu Diretor, Contra-Almirante PAULO ROBERTO DA SILVA XAVIER.

Durante o evento houve a entrega de prêmios aos servidores Nonato, Cardoso, Lourdes, Graça e Marilene.

O Capitão dos Portos, Comandante Gerson proferiu palavras de agradecimento, de estímulo, enaltecendo o trabalho dos seus servidores civis.
Maria das Graças agradeceu o prêmio que recebeu pelos seus 30 anos de bons serviços dedicados a MB. Após a Cerimônia foi servido um lanche para todos os presentes.

Não faltou a foto histórica, desta vez solicitada pelo nobre Capitão dos Portos, com o Comando da Capitania, Comandante Gerson e Comte. Euller e todos os servidores civis.


Aniversariam, nesta data, o Capitão-Tenente Reinaldo e o SG Luz.

Desejo ao Ten. Reinaldo, meu Chefe Imediato, e ao SG Luz muitos anos de vida, com muita saúde, paz e felicidade.





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Terça-feira, Outubro 20, 2009



"Les Matapeste - Clowns Franceses", no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura


A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se atende.

Oferecer flores é sempre elegante.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.

Educação enferruja por falta de uso.

E, detalhe: não é frescura.

É a elegância do comportamento. . .


Henri-Marie-Raymonde de Toulouse-Lautrec-Monfa



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Sexta-feira, Outubro 02, 2009

Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas:


- "Seu marido lhe faz feliz?
Ele lhe faz feliz de verdade?"


Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança.
Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.
Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro "NÃO", daqueles bem redondos!

- "Não, o meu marido não me faz feliz"! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima).

- "Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz".

E continuou:

- "O fato de eu ser feliz, não depende dele; e sim de mim.

Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade!

Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente:

O ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável.

Eu decido ser feliz!
Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia:

sou feliz!

Se vou sair acompanhada ou sozinha:

sou feliz!

Se meu emprego é bem remunerado ou não:

eu sou feliz!

Sou casada mas era feliz quando estava solteira.

Eu sou feliz por mim mesma.

As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de "experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza.

Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza.

Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.

Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai.

Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos.

Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros.

É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade.
Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve.

E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos.

Sua vida não pode estar nas mãos de ninguém a não ser do Meu SENHOR. Falo MEU porque não sei se ELE é o seu também.
Uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade na sua vida não pode estar nas mãos de outro.
SEJA FELIZ, mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

Peça apenas a Deus para que Ele lhe dê serenidade para aceitar as coisas que você não pode mudar.


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